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Minha Formatura

Hoje na série “Memórias” quero contar sobre a realização de um sonho: A minha formatura. Quando eu venci uma das maiores barreiras da minha vida. Espero que vocês gostem e acompanhem.

 

A Expectativa

 

Lembro da minha formatura como se fosse hoje. Para mim, ela nunca teve um defeito. Foi perfeita. Falei para mim mesma que eu teria que estudar o dobro para passar em todas as matérias que ainda faltavam e terminar meu curso.

 

Formei com meu “quarteto fantástico”. No ultimo semestre não eu ia em todas reuniões com elas, pois eu não estava fazendo todas as matérias. Para mim só faltavam quatro: Pratica Jurídica 2, Direito Processual civil 4, Direito civil 3 e Direito do Consumidor.

 

Passei direto em 3 delas e fiquei rezando para a última, porque eu precisava passar de qualquer jeito. Eu já estava sonhando com minha formatura. Até os convites já estavam quase prontos. Lembro até que tive que fazer outra prova de direito processual civil 4 para recuperar. E o professor não quis corrigir na hora, falando que só iria liberar as notas dois dias depois. Como eu não aguentei de ansiedade, liguei no mesmo dia para ele. Ele falou para mim que já tinha colocado as notas no sistema do aluno.

 

Tentei acessar pela minha internet só que não estava funcionando. Fui parar lá na faculdade de novo. E a nota que eu precisava tirar nessa prova era 5. Quando cheguei na faculdade, o rapaz que me atendeu olhou para mim e para a minha ansiedade e me deu a melhor notícia que eu poderia ouvir naquele dia: eu tinha tirado 5.1. Ufa! Que alívio! Que alegria! Passei raspando e finalmente poderia concluir meu curso de Direito.

 

O início das comemorações

 

A ficha não caía! Até que no dia 31 de julho 2009, foi realizada minha colação de grão oficial. Neste dia, eu já me tornei Bacharel em Direito. Chique, não é?

 

A partir daí, foi só correria. Participando das festas de confraternização, mandando fazer o terno para as fotos dos convites, mandando convites para a calígrafa para pegar no outro dia, entregar todos eles. Mas o mais importante: eu queria ir atrás do cerimonialista da faculdade juntamente com o cerimonialista das festividades, para que minha mãe pudesse subir para pegar meu canudo junto comigo. Afinal, essa era uma conquista nossa! Foi tudo por ela e por causa do apoio dela.

 

Consegui falar com eles, e dadas as minhas circunstâncias, eles deixaram minha mãe subir junto comigo para pegar o canudo. Foi uma exceção, porque nos protocolos da minha faculdade, não deixavam ninguém subir junto com os formandos. Mas eu consegui dividir esse momento com ela.

 

As festividades

 

Minha formatura foi composta pela aula da saudade, colação de grau, culto ecumênico e o baile. Eu já estava tão ansiosa, que antes de saber se me formaria mesmo, já havia comprado o vestido para cada uma dessas cerimônias. Até meus acessórios para todas as festividades juntamente com os sapatos, aluguel de fantasias, etc.

 

A aula da saudade

 

Tudo começou pela Aula da Saudade. Ela foi realizada em um sítio muito bonito em Caldas Novas. Usei um vestido verde longo durante o bate-papo com os professores homenageados. Depois fomos para a piscina e ficamos curtindo um pouco.

 

Às 20h iria começar o nosso baile de fantasia. Foi muito divertido. As mulheres se vestiram de “melindrosas” e os homens de “cafetões”. Foi ótima a festa. Sem nenhum defeito que se possa lembrar.
Meninas vestidas de "Melindrosas" na festa à Fantasia.

Meninas vestidas de “Melindrosas” na festa à Fantasia.

Colação de Grau

 

No outro dia foi realizada minha Colação de Grau. Já estava tudo preparado para minha mãe pegar o canudo junto comigo. Na hora do ensaio, somente quem sabia da surpresa eram os cerimonialistas.

 

Cheguei no Centro de Convenções de Goiânia às 5h da tarde para acabar de arrumar e tirar fotos. Fui de vestido preto com uma fita para trás, meia calça preta, sapato preto, brincos de argola com strass, cabelo semi preso e minha mãe com um terno marrom. Estávamos lindas. Lembro-me como se fosse hoje.

 

A cerimônia começou e pediram para minha mãe se levantar quando me chamassem. Ela iria ao meu encontro. Não deu muito certo esse momento. Na hora em que me chamaram ela demorou um pouco para entender que eu queria dividir esse momento com ela e demorou para subir, mas na hora em que cheguei na mesa para pegar meu canudo, nós duas fomos. O reitor da faculdade não quis entregar para mim. Ele deu nas mãos da minha mãe e foi das mãos dela que recebi o símbolo de uma das maiores vitórias da minha vida.
Eu e minha mãe na formatura.

Eu e minha mãe na formatura.

Aí já é de se imaginar o “chororô” da minha família e dos outros formandos. Todos gritando o meu nome. Nunca irei esquecer a música desse dia: Dias Melhores, do Jota Quest. Foi tudo perfeito, acho que nunca conseguirei esquecer cada momento de felicidade que tive.
Um dos momentos mais felizes da minha vida.

Um dos momentos mais felizes da minha vida.

Depois disso, ainda vestimos a beca para tirar algumas fotos individuais, algumas com os professores homenageados e o professor homenageado com o nome da turma, etc.

 

O culto Ecumênico

 

Jé o culto ecumênico aconteceu em uma igreja de Goiânia. Eu sempre chegava mais cedo. A cor do nosso vestido para essa cerimônia era vermelho bordô e os meninos com uma gravata da mesma cor. Nao é por nada, mas o meu vestido era chiquérrimo e, de acordo com as palavras do cerimonialista, um dos mais bonitos.

 

No começo do culto, fui a primeira a entrar e foi muito lindo. Ao som de um coral, tivemos as homenagens de um pastor, de um padre e de um integrante do centro espírita. Fizemos também as homenagens para os pais e professores, aos bachareis em direito e também à nossa querida Michelini, colega nossa que faleceu durante o curso.

 

Na parte do ofertório, eu participei levando um canudo para demostrar a nossa dignidade e compromisso com o curso que fizemos. No final, todos foram cumprimentados no salão de festa da própria igreja. Minha família estava sempre unida e muito alegre.
Minha Família sempre unida e alegre.

Minha Família sempre unida e alegre.

O Baile

 

Chegando o grande dia do baile, fui com um lindo vestido lilás, sapato preto, cabelo todo preso com estrelinha de strass. Minha mãe foi com um belo vestido vermelho.

 

Tive que chegar antes para tirar algumas fotos sozinha, com familiares e com outros formandos. Meu tio foi convidado para dançar a valsa dos pais, meu cunhado para dançar a metade da segunda valsa e para o grande final chamei meu sobrinho para terminar a segunda valsa.

 

Todos os formandos brindaram com champanhe e eu com guaraná, pois não posso beber álcool de espécie nenhuma, por causa do meu tratamento. Ficamos festando até quatro horas da manhã. Foi maravilhoso.
Eu e meu lindo vestido do baile.

Eu e meu lindo vestido do baile.

O que ainda está por vir

Um momento inesquecível.

Um momento inesquecível.

Minha formatura será inesquecível para mim. E relembrar desse grande sonho realizado, desperta a minha vontade de vencer todos os desafios que ainda virão.
Ainda não passei na OAB. Já tentei 3 vezes. Mas quero deixar bem claro que eu ainda não desisti de ser uma futura promotora de justiça. Quando isso acontecer, não irei deixar meu blog de lado, e sim irei conciliar os dois.

 

 

Nunca irei esquecer desse sonho realizado, por mim e por minha família que sempre me ajudou, principalmente com minha grande amiga de todas as horas: a minha querida mãe. Mas também nunca vou deixar de lutar pelos sonhos que ainda tenho.

 

É isso, gente. Espero que essa história encoraje vocês a lutarem pelos sonhos de vocês e a nunca desistirem. Até o próximo post. Não esqueça de curtir a minha Fan Page!
Memórias

Férias de Criança

Olá, gente! O segundo post da série “Memórias” é sobre as férias escolares. Quem não sente falta de ter o dia livre, brincar, correr, assistir desenho e de não ter quase nenhuma preocupação na vida além de se divertir? Espero que vocês curtam e acompanhem.

 

Ser criança é o máximo.

 

Com 13 anos de idade, comecei a ter grandes e verdadeiras férias dos sonhos. Minha tia comprou um chalé em Caldas Novas, interior Goiás. Eu morava em Goiânia, numa casa sem muita opção de lazer e quase não saia lá de dentro pra brincar. Então ter esse novo lugar foi a melhor coisa que minha tia poderia ter feito. Desde então, eu contava os dias para as minhas férias da escola chegarem.

 

A gente ficava eufórico na hora de arrumar as malas. No chalé, o espaço na hora de dormir quase não cabia todo mundo. Íamos em três carros. A família era grande e tinha mais ou menos umas 15 meninas. Quando as férias começavam, eu ia com a minha mãe num final de semana pra lá, ela voltava para casa e eu ainda ficava com minha tia até o final de tudo. Até as aulas começarem de novo.

 

Conquistei várias amizades nessa época e nos divertíamos muito. E a nossa turma só ficava nesse chalé da minha tia. A gente Dormia, acordava e tomava banho. Nem tomávamos café da manhã. Já almoçávamos e íamos direto para o clube. Durante as férias, algumas amigas voltavam pra casa mais cedo. Até minha mãe ia. Mas eu ainda continuava lá até o ultimo dia de férias.E ia para o clube todo dia. Meu tio já sabia que tinha que buscar a gente no fim do dia. E no dia seguinte, lá estávamos nós de novo.

 

Chegávamos de volta no chalé, tomávamos banho, depois jantávamos e descansávamos um pouco para a gente ir para a seresta. Isso quando não tomávamos banho no clube. Quando não dava tempo de terminar de arrumar, chegávamos mais cedo no clube e arrumávamos no banheiro enquanto nossos pais ficavam no bingo se divertindo. Ficávamos até umas 2 ou 3 horas da manha. A família inteira se divertindo.

 

Hoje em dia, a gente não tem mais esse lugar. Só me restou a lembrança desse tempo maravilhoso. E enquanto o tempo foi passando, cada amiga foi distanciando devidos aos estudos. Mas ainda frequento muito Caldas Novas, já ate sei fazer o “city tour” sozinha pela cidade. Parte da minha família ainda mora lá. Sempre vou visitar minha cunhada, meus sobrinhos e os filhos deles.

 

Meu coração se alegra em ir lá, mas nunca mais foi a mesma coisa. Hoje também é bom, mas de uma maneira diferente. Hoje eu fico pensando como a gente aguentava aquela agitação toda.

 

É isso gente. Lembrar dos momentos bons momentos que a gente já viveu no passado faz a gente valorizar os momentos de agora. Às vezes, você pode estar vivendo a melhor época da sua vida e nem se deu conta ainda. Então aproveite cada momento, pois lá na frente eles vão fazer falta. Até a próxima. 😀 Não esqueça de curtir a minha Fan Page!
Meu mundo
Blog

Meu mundo – O que eu gosto de fazer

Oi Gente! Hoje quero falar um pouco sobre o que eu mais gosto de fazer, vestir, comer, onde gosto de ir, etc. Às vezes, por ser deficiente, as pessoas acham que a gente fica por conta das nossas dificuldades, dos nossos problemas, e que não aproveitamos a vida por causa disso. Mas não é bem assim. A gente se diverte, sai, procura manter um estilo. Afinal, a gente ainda tá vivo, não é mesmo? Então hoje quero falar um pouco sobre como aproveito meu tempo. Vamos lá?

 

Estar com a família

Bem, muito da minha programação no dia-a-dia envolve estar com a minha família. Sempre visito meus parentes e participo dos eventos da Família Lopes em Palmeira de Goiás, no interior do estado. Feriados regionais, festas religiosas, festas infantis, aniversários de amigos.

 

Sempre comemorar

Com a parte da família que mora aqui em Goiânia não é diferente. Sempre temos um motivo para comemorar. Aniversários, promoção em empregos de familiares e agregados. Rs. Então é bem difícil ficarmos em casa sem fazer nada. Então frequentemente vamos a restaurantes, fazemos churrasco na casa de amigos, etc.

 

Shopping

Amo ir ao shopping minha mãe e irmã. É sempre uma ótima programação para aproveitar a companhia, jogar conversa fora, tomar um sorvete e curtir um filme. Quando posso, saio sozinha também para comprar roupas, objetos decorativos e revelar fotos pra guardar sempre boas memórias. 😀

 

Relaxar e Viajar

Eu e minha mãe em Caldas Novas, GO

Eu e minha mãe em Caldas Novas, GO

 

Quando os dias estão cansativos, nada melhor do que ir para fazenda, ou Caldas Novas (também do interior de Goiás) para aproveitar as águas quentes e relaxar. Viajar também sempre é uma boa pedida. Já conheço algumas praias do litoral do Brasil, e é sempre uma alegria quando podemos conhecer mais as belezas naturais desse país lindo.

 

O que gosto de vestir

Amo me sentir bonita e na moda. Contudo, por causa da minha deficiência, deixo de comprar e usar muita coisa pela dificuldade de manusear ou de me vestir sozinha, etc. Por exemplo, evito muito usar vestidos longos, ou qualquer tipo de roupa que aperte meu braço. Para mim, roupas tem que ser algo prático para eu não ficar dependendo de ninguém na hora de vestir.

Paula Lopes Sandoval

Sendo assim, as roupas que mais gosto de usar são calça jeans, calça de malha, vestidos leves, camisetas, ternos, blusas que tenham detalhes, bordados, coisas personanizadas. 😀

 

O que gosto de comer

Infelizmente não sou um exemplo no que diz respeito a dieta. Rsrs. Falo isso pois não sou muito chegada em comer frutas e nem verduras, mas faço uma forcinha pra ter sempre esses itens no meu cardápio, mesmo não gostando muito.

 

Mas o que gosto mesmo é de comer bobagens. Rsrsrs. Sanduíches, pizzas, guloseimas. Porque tudo que é gostoso tem que engordar? Rsrs. E para completar, tem uma feira toda quinta em frente ao condomínio que eu moro. É uma perdição de comidas gostosas.

 

Gostando de tudo isso fica difícil manter a forma. Mas procuro balancear minha dieta evitando de jantar. E nem é sempre que eu como tudo isso. Mas se tem uma coisa que me faz falta quando não como é o arroz. Parece que nada me sustenta durante o dia se eu não comer arroz.

 

Enfim.. É isso gente. Espero que tenha dado para conhecer um pouco mais de mim e dos meus gostos. Fiquem ligados, que em breve tem muito mais aqui no blog para vocês. Não esqueça de curtir a minha Fan Page! Obrigada! 😀
Inspiração

Contra o preconceito? Sorria!

Olá, pessoal! Hoje quero conversar com vocês sobre um assunto que muitas vezes me deixou triste, mas que, à medida que eu fui crescendo, aprendi a lidar com ele: o Preconceito.

 

Muitas pessoas no mundo não tem condições de lidar com diferenças. Seja com relação às suas crenças, visão política, pontos de vista. Aceitar o diferente, não é fácil. E quando as diferenças são físicas, essa capacidade às vezes é menor ainda. A sensibilidade para enxergar que por trás das limitações e dificuldades de um deficiente existe uma pessoa – com sentimentos, sonhos e aspirações – não é algo que está presente em todo mundo.

 

Durante várias fases da minha vida, eu tive amigos especiais e minha família sempre presente dando todo o suporte que eu precisava para eu progredir da melhor maneira. Mas houve momentos em que foi difícil perceber que o olhar de muitos era de dó, e a expectativa da maioria era de que eu não seria ninguém. No ensino médio, cheguei a ouvir isso de um funcionário da escola. Foi doído. Mas sabe de uma coisa: Eles estavam errados.

 

Descobri ao longo dessa caminhada que vale mais a pena dar ouvido às pessoas que querem o melhor pra mim, que se preocupam comigo e tem prazer em me ver bem. Muito mais do que sofrer com insensibilidade de quem não consegue ver o meu coração por trás das minhas debilidades. Por que estes, que muitas vezes tentam nos puxar pra baixo com suas palavras e atitudes, mal sabem que minha alma pode voar. E que eu posso ir tão longe quanto qualquer pessoa com força de vontade.

 

Não são esses pré-conceitos que as pessoas formam da gente que definem quem nós somos. Eles podem nos machucar às vezes. Mas é no amor de quem nos enxerga de verdade que devemos construir nossas pontes pra continuar caminhando. Foi no amor e apoio da minha mãe, da minha família e dos meus médicos que eu cheguei até aqui. Eles que me encorajaram a dar cada passo adiante. E é sobre cada palavra de encorajamento deles que eu pretendo continuar conquistando meus objetivos.

 

Então, o melhor remédio pra combater o Preconceito é esse: Sorria. E no tempo certo eles verão o quanto estavam errados.

 

É isso, gente! Não esqueça de curtir a minha Fan Page! Obrigada! 😀
Blog

Aprendendo a voar

Oi, gente.. Meu nome é Paula Lopes. Estou abrindo esse espaço para compartilhar com vocês um pouco mais da minha história. Moro em Goiânia, Goiás, tenho 33 anos e sou deficiente física. Quando eu tinha quatro meses e meio fui diagnosticada com Toxoplasmose Congênita. Mas o que é isso? Naquela época, o acesso à informação não era tão livre como hoje, e no primeiro momento foi difícil para minha família lidar com esse diagnóstico.

 

Eu e minha avó - Ela foi a primeira a notar a minha deficiência

Eu e minha avó – Ela foi a primeira a notar a minha deficiência

Mês a mês, a eles acompanhavam a minha evolução com muita expectativa, comemorando cada novo avanço. O prognóstico nunca foi dos melhores. Os médicos diziam para a minha mãe que eu poderia ficar cega, muda, não andar, não ouvir e até mesmo ficar em estado semi-vegetativo. Mas aqui estou pra provar que em muita coisa eles estavam errados.

 

Estou criando o “Blog da Paula” devido a um sonho meu de compartilhar um pouco dessa trajetória com vocês. Quero falar sobre o que minha família passou, o que eu passei e ainda passo por causa da minha deficiência. Mas o intuito maior é dizer a vocês que uma deficiência física não é o fim da vida. Além disso, quero falar aqui também sobre a minha em específico, a Toxoplasmose Congênita.

 

Por ter nascido com essa doença, eu sempre tive algumas dificuldades e limitações. Mas nenhuma delas me paralisou. Frequentei uma escola normal, tive que aprender a usar óculos de grau alto, bota ortopédica, aparelho para não ficar com a coluna torta… Fui criada como uma criança normal fiz toda as etapas do nível escolar e, apesar de todos os obstáculos, cheguei à faculdade. E meu auge de alegria foi quando me formei.
 

Formatura da Paula - Apesar das dificuldades, consegui me formar

Formatura – Apesar das dificuldades, consegui me formar.

Graças a Deus, tive uma família e amigos que sempre respeitaram meus limites e meu tempo. E sempre me inspiraram a seguir em frente. Ainda tenho muitas dificuldades, como dobrar uma coberta, vestir algumas roupas e sapatos sozinha, fazer maquiagem sozinha, colocar um brinco, fazer comida entre outras coisas. Mas também sei que ainda tem muita coisa pra ser vivida e pra ser superada.

 

Pois é, gente.. Espero que esse espaço seja uma fonte de esperança pra outras pessoas que tem deficiência, ou problemas que dificultam a vida de uma maneira geral. O que eu quero falar para vocês é só uma coisa: A vida não acaba por causa das dificuldades. Então acompanhem meu blog que em breve contar mais sobre como eu tenho aprendido a voar cada vez mais alto. Beijos e até a próxima. 🙂
 
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